Ensinando Educação Financeira Para Seus Filhos

          Quando o assunto é finanças, precisamos buscar o caminho para transformar as crianças em futuros adultos mais responsáveis, e essa é uma tarefa bastante delicada, onde o segredo é começar a tratar do assunto desde cedo.

          De acordo com especialistas o momento certo de começar a ensinar a criança a lidar com finanças é anunciado pela própria, na primeira vez que pede aos pais para lhe comprarem alguma coisa.Isso costuma acontecer por volta dos dois anos e meio de idade, nesta hora ela demonstra que já entendeu que o dinheiro “compra” o que ele pode vir a querer.

          Comece explicando de maneira tênue que existem coisas que compramos porque precisamos e coisas que compramos porque queremos. Ao levar o filho a um supermercado ou padaria, um despretensioso comentário sobre “como a bolacha está mais cara” ou “o leite está mais barato” pode ajudar, pois a criança começa a prestar atenção no significado e mais pra frente irá entender que o uso do dinheiro exige racionalidade.

          Apesar de ser um excelente método de educação financeira, os pais que decidem dar mesada devem saber que essa tarefa dá trabalho e exige o cumprimento de regras e prazos. O objetivo é que a criança consiga distribuir seu dinheiro dentro de um determinado período de tempo, controlando quando e com o que vai gastar, assim, qualquer atraso e alteração na quantia inutilizam todo o processo.

          O ideal é começar com semanadas a partir dos 3 anos e só pular para mesada a partir dos 11 anos de idade. Até os 5 anos de idade, eles podem fazer “micropoupanças”, juntando dinheiro por algumas semanas para comprar um brinquedo barato, ou qualquer coisa de baixo valor.

          Quando a criança tem entre 6 e 10 anos o ideal é que ela ganhe R$1,00 referente a cada ano de vida, por semana, (se o pequeno tem 6 anos, recebe R$6,00 por semana) para  aprender a controlar melhor o dinheiro e também o impulso de gastar.

          A partir dos 11 anos o valor pode ser discutido entre os pais. O ideal é que a quantia contemple a necessidade real da criança, pois a pouca quantia pode atrapalhar a organização e causar constrangimentos e o excesso de dinheiro faz com que ela não se sinta obrigada a planejar a distribuição durante o mês. Os pais também podem incentivar a poupança de uma parte da mesada por mês para estimular a capacidade de esperar, e a possibilidade de fazer escolhas com o dinheiro guardado.

          Por mais difícil que seja para os pais, deixar os filhos livres para gastar o que recebem também é um excelente exercício de educação financeira. As crianças precisam aprender a fazer suas próprias escolhas e aprender a lidar com dinheiro exige tempo e persistência. É até positivo quando os filhos vão à falência algumas vezes, pois isso faz com que eles se policiem e não cometam os mesmos erros na vida adulta.

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